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Salvador

Espetáculo baiano sobre resistência negra é selecionado para maior circuito de artes cênicas do país

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O espetáculo baiano “Dandara na Terra dos Palmares”, da Arte Sintonia Companhia de Teatro, segue ampliando seu alcance pelo país ao integrar a 28ª edição do Palco Giratório, maior circuito de circulação de artes cênicas do Brasil. Ao longo da circulação nacional, o projeto realizará 28 apresentações e atividades formativas em 12 estados brasileiros, levando ao público uma potente reflexão sobre ancestralidade, identidade e resistência negra.

 

Desde sua estreia, em 2022, “Dandara na Terra dos Palmares” já emocionou mais de 45 mil espectadores e consolidou-se como uma das produções mais relevantes do teatro baiano contemporâneo. Indicada ao Prêmio Braskem de Teatro nas categorias Melhor Espetáculo Infantojuvenil e Melhor Direção, a peça também marcou presença em importantes eventos literários, como a Flica e a Flipelô. 

 

A obra aborda, de forma sensível e potente, questões ligadas ao racismo estrutural, à ancestralidade negra e à construção da autoestima infantil, acompanhando a trajetória de Dandara, uma menina negra que aprende a reconhecer a força de sua identidade ao mergulhar simbolicamente na história do Quilombo dos Palmares.

 

Com texto de Antônio Marques e direção de Agamenon de Abreu, o espetáculo mistura fantasia e realidade para estimular reflexões sobre pertencimento, resistência e educação antirracista. A trilha sonora original assinada por Emille Lapa e Natalyne Santos reforça a atmosfera emocional da montagem, que conta ainda com as atuações de Maria Alice Xavier, Yandra Góes, Denise Correia, Gilson Garcia, Leonardo Freitas, Pablo Pereira e Natalyne Santos.

 

Para Antônio Marques, diretor da Arte Sintonia Companhia de Teatro, a participação no Palco Giratório representa um marco importante para o grupo e para a circulação de narrativas negras pelo Brasil. “Levar ‘Dandara na Terra dos Palmares’ para diferentes regiões do país é a confirmação de que histórias que falam sobre identidade, ancestralidade e enfrentamento ao racismo precisam ocupar cada vez mais espaços. Participar do Palco Giratório fortalece nossa missão artística e pedagógica, além de permitir que novas crianças, jovens e famílias tenham acesso a uma obra que promove reflexão, reconhecimento e pertencimento”, destacou.

 

A turnê nacional terá início em maio, com apresentações no Rio Grande do Sul e Espírito Santo, passando ainda por Pernambuco e diversas cidades de Santa Catarina nos meses de junho e julho. Em agosto, o espetáculo chega a Minas Gerais e São Paulo; em setembro, circula por Mato Grosso do Sul, Pará, Amapá e Maranhão; em outubro, será apresentado no Ceará; e, em novembro, encerra a circulação com atividades e apresentações no Paraná e no Rio Grande do Sul. 

 

O projeto conta ainda com ações formativas e encontros, ampliando o diálogo entre artistas e o público. Entre as atividades está a oficina “Corpo, Voz e Ancestralidade – Musicalização Através do Teatro”, ministrada por Natalyne Santos, atriz e diretora musical, que propõe uma vivência integrada entre expressão corporal, voz e heranças culturais afro-brasileiras. Já o “Pensamento Giratório” será conduzido por Denise Correia, atriz, cantora e integrante da Arte Sintonia, em uma reflexão coletiva abordando identidade cultural, ancestralidade, racismo, resistência e o papel da música como narrativa cênica.

 

O Palco Giratório é um dos mais importantes projetos de difusão e intercâmbio das artes cênicas no Brasil, promovendo a circulação de espetáculos de diferentes linguagens. Além das apresentações voltadas para todas as faixas etárias, o circuito também realiza oficinas, festivais, mesas-redondas e palestras, estimulando o diálogo entre artistas, comunidades e profissionais locais, além de fomentar a cadeia produtiva do setor cultural e gerar oportunidades para trabalhadores das artes cênicas em todo o país.

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Notificação de Nova Postagem
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